24/03/2021 - PPP da Transcerrados será apresentada a investidores nesta quarta-feira (24)
Notícia de licitação.
 

Cidade Verde

 

Acontece nesta quarta-feira (24), a partir das 16h, o primeiro roadshow da Parceria Público-Privada (PPP) da Rodovia Transcerrados, importante rota de escoamento da produção de grãos da região da MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), a nova fronteira agrícola do país. O evento é organizado pela Bolsa de Valores (B3), com apoio do Governo do Piauí através da Superintendência de Parcerias e Concessões do Piauí (Suparc), e será realizado na sede da B3 em São Paulo com transmissão pelo site tvb3.com.br.

 

O formato roadshow se caracteriza como rodada de conversas voltadas para investidores com o objetivo de apresentar novas oportunidades de negócio. O evento desta quarta contará com a participação do governador do Piauí, Wellington Dias, a superintendente de Parcerias e Concessões, Viviane Moura, o diretor executivo da Aprosoja-PI, Rafael Maschio, o diretor de Concessões da empresa Houer, Gustavo Horta Palhares, e o superintendente de Processos Licitatórios da B3, Guilherme Peixoto.

 

A Transcerrados, que compreende as rodovias PI-397 e PI-262 (estrada da Palestina), é importante para o escoamento de soja e outros grãos produzidos na MATOPIBA, território que reúne os estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, considerada a nova fronteira agrícola nacional. O Brasil deve registrar, em 2021, safra recorde de grãos segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com a previsão, o país deve produzir 262,2 milhões de toneladas, resultado 3,2% superior ao registrado no ano anterior.

 

A empresa vencedora da licitação da Transcerrados ficará responsável pelos serviços públicos de conservação, recuperação, construção, manutenção, implantação de melhorias e operação da rodovia, uma área com extensão de 276,8 km que abrange 25 municípios da região. O contrato de concessão será de 30 anos e a previsão é de investimentos superiores a R$ 800 milhões.

 

Com informações ascom

Análise da página "24-3-21-pppdatrans"   

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ACidade ONMilene Moreto O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada A Prefeitura de Campinas autorizou na sexta-feira (21) a abertura do processo de licitação da Parceria Público Privada do Lixo. Agora, a Secretaria de Administração deve preparar a concorrência e disponibilizá-la para as empresas interessadas em assumir a gestão de resíduos sólidos na cidade. O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada. O processo ficará 45 dias disponível para consultas. Esse é o prazo para o recebimento das propostas. A abertura dos envelopes só é autorizada após esse período. A PPP do Lixo é um dos maiores contratos da Administração, orçado em R$ 800 milhões. Passou por consulta pública e, segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, as mudanças sugeridas pela população não afetaram o projeto base. "Nós tivemos muitas sugestões e várias foram incorporadas ao nosso projeto, como a maximização da reciclagem. Nenhuma delas, no entanto, alterou a ideia do governo que é a de criar usinas, fazer uma gestão inteligente do lixo e com redução do impacto no meio ambiente", disse.  Sobre o edital, Paulella afirmou que que o processo está em fase avançada e acredita que, no máximo em um mês, já esteja disponível. "Durante toda a discussão da PPP o edital já estava em preparação. Precisamos agora apenas dos ajustes finais. Se tudo correr bem, nossa estimativa é de encerrar a licitação até o final do ano", disse o secretário. TRÊS USINAS A nova gestão do lixo planejada pela Prefeitura inclui a construção de três usinas: compostagem de lixo orgânico, reciclagem e transformação de rejeitos (carvão), que leva o nome de CDR. A receita da venda do material reciclado, composto e carvão é dividida com a Prefeitura. Cada um - empresa e Prefeitura - fica com 50%. O carvão, por exemplo, é utilizado em metalúrgicas e usinas de cimento, um mercado que está em crescimento em todo o mundo.  Todo o lixo passará por tratamento. Aquele que não puder ser aproveitado em nenhuma das usinas será descartado pela empresa. Mas a quantidade é pequena. Segundo Paulella, menos de 5%. Também é responsabilidade da concessionária que vencer a licitação realizar esse descarte em local adequado. O prazo para a vencedora da concessão construir as usinas é de cinco anos. Os serviços de varrição, cata-treco, coleta seletiva e ecopontos são assumidos imediatamente, mas a empresa só recebe pelo serviços prestados. Quanto mais ela demorar para construir as usinas, menos conseguirá gerar de receita.
 
 
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