04/08/2020 - Caixa abre licitação para instalação de unidades lotéricas em Campo Grande e Paranaíba
Notícia de licitação
 

A Crítica
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Interessados em participar do processo licitatório têm até o dia 5 de agosto para participar do pregão eletrônico

 

A Caixa lançou edital de licitação para instalação de cinco novas unidades lotéricas no município de Campo Grande/MS e uma unidade no município de Paranaíba/MS. Pessoas físicas ou jurídicas que tenham interesse em se tornar um permissionário lotérico devem apresentar suas propostas no site Licitações CAIXA (http://www.licitacoes.caixa.gov.br), de acordo com o cronograma do pregão eletrônico nº 18/2020.

 

Para envio da proposta, o interessado deverá realizar seu cadastro e certificação no sistema de Licitações CAIXA e, em seguida, realizar seu credenciamento no Pregão Eletrônico 018/2020, conduzido pela Gerência de Filial de Logística de Belo Horizonte – GILOG/BH.

 

O passo a passo com todos os requisitos necessários para a participação desse certame encontra-se no Edital do Pregão Eletrônico 018/2020, disponível em www.licitacoes.caixa.gov.br.

 

As propostas comerciais serão recebidas até as 10h30 minutos do dia 05 de agosto. Já as sessões de lances ocorrerão no dia 06 de agosto. Serão classificados para as próximas etapas os licitantes que, em cada item, ofertarem o maior valor durante a disputa de lances.

 

Outras orientações e esclarecimento de dúvidas quanto ao credenciamento, senhas, certificações e demais funcionalidades do sistema constam da aba “O que é” do site, ou podem ser obtidas diretamente com o Pregoeiro(a) através do e-mail [email protected]

 

Os estudos que nortearam a licitação foram baseados em critérios técnicos, que observam o potencial para venda das Loterias CAIXA e a demanda para atendimento da população local. A abertura dessas unidades está alinhada à estratégia institucional do banco de atendimento a toda a população brasileira, com canais disponibilizados em 100% dos municípios do país.

Análise da página "caiiiiiiixa"   

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ACidade ONMilene Moreto O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada A Prefeitura de Campinas autorizou na sexta-feira (21) a abertura do processo de licitação da Parceria Público Privada do Lixo. Agora, a Secretaria de Administração deve preparar a concorrência e disponibilizá-la para as empresas interessadas em assumir a gestão de resíduos sólidos na cidade. O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada. O processo ficará 45 dias disponível para consultas. Esse é o prazo para o recebimento das propostas. A abertura dos envelopes só é autorizada após esse período. A PPP do Lixo é um dos maiores contratos da Administração, orçado em R$ 800 milhões. Passou por consulta pública e, segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, as mudanças sugeridas pela população não afetaram o projeto base. "Nós tivemos muitas sugestões e várias foram incorporadas ao nosso projeto, como a maximização da reciclagem. Nenhuma delas, no entanto, alterou a ideia do governo que é a de criar usinas, fazer uma gestão inteligente do lixo e com redução do impacto no meio ambiente", disse.  Sobre o edital, Paulella afirmou que que o processo está em fase avançada e acredita que, no máximo em um mês, já esteja disponível. "Durante toda a discussão da PPP o edital já estava em preparação. Precisamos agora apenas dos ajustes finais. Se tudo correr bem, nossa estimativa é de encerrar a licitação até o final do ano", disse o secretário. TRÊS USINAS A nova gestão do lixo planejada pela Prefeitura inclui a construção de três usinas: compostagem de lixo orgânico, reciclagem e transformação de rejeitos (carvão), que leva o nome de CDR. A receita da venda do material reciclado, composto e carvão é dividida com a Prefeitura. Cada um - empresa e Prefeitura - fica com 50%. O carvão, por exemplo, é utilizado em metalúrgicas e usinas de cimento, um mercado que está em crescimento em todo o mundo.  Todo o lixo passará por tratamento. Aquele que não puder ser aproveitado em nenhuma das usinas será descartado pela empresa. Mas a quantidade é pequena. Segundo Paulella, menos de 5%. Também é responsabilidade da concessionária que vencer a licitação realizar esse descarte em local adequado. O prazo para a vencedora da concessão construir as usinas é de cinco anos. Os serviços de varrição, cata-treco, coleta seletiva e ecopontos são assumidos imediatamente, mas a empresa só recebe pelo serviços prestados. Quanto mais ela demorar para construir as usinas, menos conseguirá gerar de receita.
 
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