18/10/2020 - Ex-diretores do Depasa no Acre são indiciados por associação criminosa e peculato
Notícia de licitação
 

G1 AC — Rio Branco
Iryá Rodrigues

 

Mulher do ex-diretor-presidente do Depasa também foi indiciada. Desvio de verbas no Depasa pode ter chegado a meio milhão de reais. Trio foi alvo da operação 'Toque de Caixa', deflagrada em agosto deste ano pela Polícia Civil.

 

A Polícia Civil concluiu o inquérito que investiga o desvio de verbas públicas na gestão anterior do Departamento Estadual de Água e Saneamento (Depasa). Três suspeitos foram indiciados pelos crimes de peculato, associação criminosa, falsidade ideológica e crimes contra licitação e contratos públicos.

 

Entre os suspeitos estão o ex-diretor presidente do Depasa, Sebastião Fonseca, o ex-diretor financeiro do órgão, Edson Siqueira e a empresária Delba Bucar, mulher de Fonseca.

 

Os três foram alvos da Operação Toque de Caixa, deflagrada no último dia 3 de agosto, após dois meses de investigação da Delegacia de Combate à Corrupção e aos Crimes contra a Ordem Tributária e Financeira (Decor). Fonseca e a mulher chegaram a ser presos na ação e foram soltos após quatro dias.

 

As investigações apontam que Fonseca é suspeito de beneficiar a empresa de Delba, a Bucar Engenharia, com um contrato que desviou verba pública. De acordo com a polícia, o montante desviado seria de, pelo menos, meio milhão de reais.

 

“Três pessoas foram indiciadas, nós mandamos para o judiciário que agora, possivelmente, vai abrir vistas ao Ministério Público. Se achar pertinente, o MP vai denunciar, se achar que não, vai arquivar ou vai devolver para novas diligências”, informou o coordenador da Decor, delegado Pedro Henrique.

 

Além das prisões, na época da operação a polícia apreendeu materiais, mídia, documentos, tanto na casa dos alvos como também na sede do Depasa. Foi feito ainda o bloqueio de contas bancárias e indisponibilidade de bens dos investigados.

 

Após a deflagração da operação, o Ministério Público do Acre (MP-AC) instaurou um inquérito civil para aprofundar as investigações sobre o desvio de recursos públicos no Depasa.

 

O MP informou que as investigações vão focar em um contrato feito entre o Depasa e a empresa Bucar Engenharia, que tem como sócia a mulher do ex-diretor da autarquia.

Análise da página "exdiiiiiiirettttto"   

Avaliação: 3 de 10 | Comentários: 18 | Número de avaliações: 35
 
 
 

 
Contato
 
  (48) 98836-3254
  (48) 3364-8666
  (48) 3028-9667
Av. Pref. Osmar Cunha, 416, Sala 11.05, Centro, Florianópolis/SC, CEP 88015-100
Encontre-nos
 
ACidade ONMilene Moreto O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada A Prefeitura de Campinas autorizou na sexta-feira (21) a abertura do processo de licitação da Parceria Público Privada do Lixo. Agora, a Secretaria de Administração deve preparar a concorrência e disponibilizá-la para as empresas interessadas em assumir a gestão de resíduos sólidos na cidade. O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada. O processo ficará 45 dias disponível para consultas. Esse é o prazo para o recebimento das propostas. A abertura dos envelopes só é autorizada após esse período. A PPP do Lixo é um dos maiores contratos da Administração, orçado em R$ 800 milhões. Passou por consulta pública e, segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, as mudanças sugeridas pela população não afetaram o projeto base. "Nós tivemos muitas sugestões e várias foram incorporadas ao nosso projeto, como a maximização da reciclagem. Nenhuma delas, no entanto, alterou a ideia do governo que é a de criar usinas, fazer uma gestão inteligente do lixo e com redução do impacto no meio ambiente", disse.  Sobre o edital, Paulella afirmou que que o processo está em fase avançada e acredita que, no máximo em um mês, já esteja disponível. "Durante toda a discussão da PPP o edital já estava em preparação. Precisamos agora apenas dos ajustes finais. Se tudo correr bem, nossa estimativa é de encerrar a licitação até o final do ano", disse o secretário. TRÊS USINAS A nova gestão do lixo planejada pela Prefeitura inclui a construção de três usinas: compostagem de lixo orgânico, reciclagem e transformação de rejeitos (carvão), que leva o nome de CDR. A receita da venda do material reciclado, composto e carvão é dividida com a Prefeitura. Cada um - empresa e Prefeitura - fica com 50%. O carvão, por exemplo, é utilizado em metalúrgicas e usinas de cimento, um mercado que está em crescimento em todo o mundo.  Todo o lixo passará por tratamento. Aquele que não puder ser aproveitado em nenhuma das usinas será descartado pela empresa. Mas a quantidade é pequena. Segundo Paulella, menos de 5%. Também é responsabilidade da concessionária que vencer a licitação realizar esse descarte em local adequado. O prazo para a vencedora da concessão construir as usinas é de cinco anos. Os serviços de varrição, cata-treco, coleta seletiva e ecopontos são assumidos imediatamente, mas a empresa só recebe pelo serviços prestados. Quanto mais ela demorar para construir as usinas, menos conseguirá gerar de receita.
 
 
 
 
 
 
 
Home   •   Topo   •   Sitemap
© Todos os direitos reservados.
 
Principal   Equipe   Missão e Valores   Imprensa