12/02/2020 - Gaeco cumpre cinco mandados de prisão e 18 de busca e apreensão em Paranacity
Notícia de licitação
 

GCN
Maycon Corazza

 

As ordens judiciais foram expedidas pela 2ª Câmara do Tribunal de Justiça do Paraná…

 

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, cumpre nesta quarta-feira, 12 de fevereiro, cinco mandados de prisão temporária e 18 de busca e apreensão em Paranacity e em municípios próximos, todos no Noroeste do estado. Realizada no âmbito da Operação Coleta, a ação tem como alvo dois ex-secretários do Município, um advogado contratado e dois empresários.

 

As ordens judiciais foram expedidas pela 2ª Câmara do Tribunal de Justiça do Paraná, que também determinou que a atual prefeita de Paranacity não tenha contato com testemunhas e demais investigados.

 

Desvio de dinheiro – A Operação Coleta investiga a atuação criminosa de servidores e empresários que teriam se utilizado de empresas para o desvio de dinheiro público. Segundo as investigações, empresa contratada para fazer conservação e limpeza recebia valores referentes à prestação do serviço, mas o Município pagava diretamente a funcionários particulares da empresa de limpeza, principalmente em reclamatória trabalhista. Além disso, dentro do esquema montado, um posto de combustíveis emitia notas falsas para justificar a retirada de dinheiro e os pagamentos indevidos pela prefeitura.

 

Dos 18 mandados, 12 estão sendo cumpridos em Paranacity e os demais nos seguintes municípios: Itaguajé (1), Bela Vista do Paraíso (2), Maringá (2) e Paranavaí (1). São alvos das buscas gabinetes, o setor de recursos humanos e o de licitações da prefeitura de Paranacity, o prédio da Secretaria Municipal de Obras, além de quatro empresas, dois escritórios de contabilidade e dez residências.

 

O texto é da assessoria de imprensa do MPPR.

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ACidade ONMilene Moreto O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada A Prefeitura de Campinas autorizou na sexta-feira (21) a abertura do processo de licitação da Parceria Público Privada do Lixo. Agora, a Secretaria de Administração deve preparar a concorrência e disponibilizá-la para as empresas interessadas em assumir a gestão de resíduos sólidos na cidade. O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada. O processo ficará 45 dias disponível para consultas. Esse é o prazo para o recebimento das propostas. A abertura dos envelopes só é autorizada após esse período. A PPP do Lixo é um dos maiores contratos da Administração, orçado em R$ 800 milhões. Passou por consulta pública e, segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, as mudanças sugeridas pela população não afetaram o projeto base. "Nós tivemos muitas sugestões e várias foram incorporadas ao nosso projeto, como a maximização da reciclagem. Nenhuma delas, no entanto, alterou a ideia do governo que é a de criar usinas, fazer uma gestão inteligente do lixo e com redução do impacto no meio ambiente", disse.  Sobre o edital, Paulella afirmou que que o processo está em fase avançada e acredita que, no máximo em um mês, já esteja disponível. "Durante toda a discussão da PPP o edital já estava em preparação. Precisamos agora apenas dos ajustes finais. Se tudo correr bem, nossa estimativa é de encerrar a licitação até o final do ano", disse o secretário. TRÊS USINAS A nova gestão do lixo planejada pela Prefeitura inclui a construção de três usinas: compostagem de lixo orgânico, reciclagem e transformação de rejeitos (carvão), que leva o nome de CDR. A receita da venda do material reciclado, composto e carvão é dividida com a Prefeitura. Cada um - empresa e Prefeitura - fica com 50%. O carvão, por exemplo, é utilizado em metalúrgicas e usinas de cimento, um mercado que está em crescimento em todo o mundo.  Todo o lixo passará por tratamento. Aquele que não puder ser aproveitado em nenhuma das usinas será descartado pela empresa. Mas a quantidade é pequena. Segundo Paulella, menos de 5%. Também é responsabilidade da concessionária que vencer a licitação realizar esse descarte em local adequado. O prazo para a vencedora da concessão construir as usinas é de cinco anos. Os serviços de varrição, cata-treco, coleta seletiva e ecopontos são assumidos imediatamente, mas a empresa só recebe pelo serviços prestados. Quanto mais ela demorar para construir as usinas, menos conseguirá gerar de receita.
 
 
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