13/09/2020 - Homem é preso com quase R$ 50 mil escondidos em pneu reserva de picape em Teresina
Notícia de licitação
 

G1 PI

 

Os policiais informaram que o condutor é suspeito de crimes relacionados ao tráfico de drogas e de ter relação com empresa envolvida em fraudes de licitações, o que ainda será apurado.

 

Um homem de 39 anos foi preso e quase R$ 50 mil foram apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal, em Teresina, nesse sábado (12). A polícia informou que o dinheiro estava escondido no pneu reserva da caminhonete conduzida pelo homem e não tem origem declarada.

 

Segundo a PRF, a abordagem ao veículo aconteceu na BR-316, na capital, durante fiscalização de rotina. Ao solicitarem ao condutor os documentos dele e do veículo, o homem demonstrou nervosismo.

 

“Ao realizarem os procedimentos de identificação veicular, os policiais notaram o condutor bastante nervoso e inquieto, além de apresentar informações desencontradas. Após realizarem uma vistoria mais minuciosa no veículo, os policiais encontraram, em um fundo falso no estepe [pneu reserva] a quantia de R$ 47.219,00”, informou o inspetor Alexsandro Lima, da PRF.

 

O inspetor disse que o homem relatou ter partido do município de Crato (CE) e que a quantia em dinheiro seria do dono do veículo, supostamente um empresário do ramo de revenda de carros em Teresina. A informação ainda não foi confirmada.

 

Os policiais verificaram que o condutor é suspeito de crimes relacionados ao tráfico de drogas, o que ainda será apurado. Ele também teria ligações com uma empresa envolvida em fraude de licitações no estado de Pernambuco.

 

Nota com suspeita de falsificação

 

Além do dinheiro escondido, a PRF informou que com o homem foi encontrada uma nota de R$ 50 com indícios de falsificação, o que será investigado.

 

Diante das situações, o homem foi preso e, juntamente com o dinheiro, encaminhado à Polícia Federal em Teresina. O condutor poderá responder pelos crime de guardar, por conta própria ou alheia, moeda falsa e lavagem de dinheiro ou ocultação de bens, direitos e valores.

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ACidade ONMilene Moreto O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada A Prefeitura de Campinas autorizou na sexta-feira (21) a abertura do processo de licitação da Parceria Público Privada do Lixo. Agora, a Secretaria de Administração deve preparar a concorrência e disponibilizá-la para as empresas interessadas em assumir a gestão de resíduos sólidos na cidade. O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada. O processo ficará 45 dias disponível para consultas. Esse é o prazo para o recebimento das propostas. A abertura dos envelopes só é autorizada após esse período. A PPP do Lixo é um dos maiores contratos da Administração, orçado em R$ 800 milhões. Passou por consulta pública e, segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, as mudanças sugeridas pela população não afetaram o projeto base. "Nós tivemos muitas sugestões e várias foram incorporadas ao nosso projeto, como a maximização da reciclagem. Nenhuma delas, no entanto, alterou a ideia do governo que é a de criar usinas, fazer uma gestão inteligente do lixo e com redução do impacto no meio ambiente", disse.  Sobre o edital, Paulella afirmou que que o processo está em fase avançada e acredita que, no máximo em um mês, já esteja disponível. "Durante toda a discussão da PPP o edital já estava em preparação. Precisamos agora apenas dos ajustes finais. Se tudo correr bem, nossa estimativa é de encerrar a licitação até o final do ano", disse o secretário. TRÊS USINAS A nova gestão do lixo planejada pela Prefeitura inclui a construção de três usinas: compostagem de lixo orgânico, reciclagem e transformação de rejeitos (carvão), que leva o nome de CDR. A receita da venda do material reciclado, composto e carvão é dividida com a Prefeitura. Cada um - empresa e Prefeitura - fica com 50%. O carvão, por exemplo, é utilizado em metalúrgicas e usinas de cimento, um mercado que está em crescimento em todo o mundo.  Todo o lixo passará por tratamento. Aquele que não puder ser aproveitado em nenhuma das usinas será descartado pela empresa. Mas a quantidade é pequena. Segundo Paulella, menos de 5%. Também é responsabilidade da concessionária que vencer a licitação realizar esse descarte em local adequado. O prazo para a vencedora da concessão construir as usinas é de cinco anos. Os serviços de varrição, cata-treco, coleta seletiva e ecopontos são assumidos imediatamente, mas a empresa só recebe pelo serviços prestados. Quanto mais ela demorar para construir as usinas, menos conseguirá gerar de receita.
 
 
 
 
 
 
 
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