01/01/2021 - Licitações para construção de 15 pontes de concreto no Pantanal serão abertas em janeiro
Notícia de licitação
 

Midiamax
Ranziel Oliveira

 

Estruturas anteriores foram destruídas por incêndios florestais

 

Ponte queimada na MS-325 sendo vistoriada por técnicos da Defesa Civil do Estado e do governo federal (Foto: Saul Schramm)

 

A Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) informou nesta sexta-feira (1º) que abrirá processos de licitação ainda neste mês para a construção de 15 pontes de concreto no Pantanal do Nabileque e de Nhecolândia, em Corumbá.

 

As antigas estruturas, anteriormente de madeira, foram destruídas pelos incêndios florestais que ocorreram na região entre os meses de agosto e outubro.

 

A administração Estadual solicitou apoio financeiro do Governo Federal para reconstrução das pontes, em conformidade com as normas do Decreto de Situação de Emergência assinado em setembro. Os projetos foram aprovados pela Defesa Civil do Estado e do MDR (Ministério de Desenvolvimento Regional).

 

Estragos

 

As pontes de madeira, com tamanhos variáveis de 30 metros a 90 metros de comprimento, foram totalmente destruídas pelo fogo, com características de crime ambiental em algumas estruturas por não existir queima de vegetação em seu entorno, conforme análise preliminar durante a vistoria da Defesa Civil Estadual e do MDR.

 

A maioria das pontes está localizada na rodovia MS-243, no Nabileque, onde extensa floresta de carandazal foi atingida pelos incêndios. As demais pontes ficam situadas na MS-195 e MS-325, na mesma região, e na MS-184, Nhecolândia. O acesso às localidades, hoje, é feito por meio de desvios, alternativa possível enquanto o Pantanal se mantém seco.

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ACidade ONMilene Moreto O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada A Prefeitura de Campinas autorizou na sexta-feira (21) a abertura do processo de licitação da Parceria Público Privada do Lixo. Agora, a Secretaria de Administração deve preparar a concorrência e disponibilizá-la para as empresas interessadas em assumir a gestão de resíduos sólidos na cidade. O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada. O processo ficará 45 dias disponível para consultas. Esse é o prazo para o recebimento das propostas. A abertura dos envelopes só é autorizada após esse período. A PPP do Lixo é um dos maiores contratos da Administração, orçado em R$ 800 milhões. Passou por consulta pública e, segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, as mudanças sugeridas pela população não afetaram o projeto base. "Nós tivemos muitas sugestões e várias foram incorporadas ao nosso projeto, como a maximização da reciclagem. Nenhuma delas, no entanto, alterou a ideia do governo que é a de criar usinas, fazer uma gestão inteligente do lixo e com redução do impacto no meio ambiente", disse.  Sobre o edital, Paulella afirmou que que o processo está em fase avançada e acredita que, no máximo em um mês, já esteja disponível. "Durante toda a discussão da PPP o edital já estava em preparação. Precisamos agora apenas dos ajustes finais. Se tudo correr bem, nossa estimativa é de encerrar a licitação até o final do ano", disse o secretário. TRÊS USINAS A nova gestão do lixo planejada pela Prefeitura inclui a construção de três usinas: compostagem de lixo orgânico, reciclagem e transformação de rejeitos (carvão), que leva o nome de CDR. A receita da venda do material reciclado, composto e carvão é dividida com a Prefeitura. Cada um - empresa e Prefeitura - fica com 50%. O carvão, por exemplo, é utilizado em metalúrgicas e usinas de cimento, um mercado que está em crescimento em todo o mundo.  Todo o lixo passará por tratamento. Aquele que não puder ser aproveitado em nenhuma das usinas será descartado pela empresa. Mas a quantidade é pequena. Segundo Paulella, menos de 5%. Também é responsabilidade da concessionária que vencer a licitação realizar esse descarte em local adequado. O prazo para a vencedora da concessão construir as usinas é de cinco anos. Os serviços de varrição, cata-treco, coleta seletiva e ecopontos são assumidos imediatamente, mas a empresa só recebe pelo serviços prestados. Quanto mais ela demorar para construir as usinas, menos conseguirá gerar de receita.
 
 
 
 
 
 
 
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