08/04/2019 - Operação 'Casa de Papel' apura desvios de dinheiro na Prefeitura de Sorocaba
Notícia de licitação
 

Sorocaba e Jundiaí e TV TEM

 

Agentes cumprem mandados de busca e apreensão na casa dos secretários Eloy de Oliveira, Hudson Zuliani e Werinton Kermes, na dos empresários Felipe Bismara e Antônio Bocalão Neto e também no Paço Municipal.

 

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta segunda-feira (8), uma operação que apura desvios de dinheiro na Prefeitura de Sorocaba (SP).

 

A operação foi batizada de “Casa de Papel”, em referência à série que conta a história de um grupo de ladrões que executa um assalto cinematográfico à Casa da Moeda da Espanha.

 

A polícia cumpriu mandados de busca e apreensão nas casas dos secretários municipais Eloy de Oliveira (Comunicação e Eventos), Hudson Zuliani (Licitações e Contratos) e Werinton Kermes (Cultura e Turismo).

 

Também foram cumpridos mandados na casa do empresário Felipe Bismara, dono da empresa Selt - antiga Twenty -, que atua no ramo de locações e estrutura para eventos e que tem diversos contratos com a Prefeitura de Sorocaba. Uma equipe da polícia foi até a sede da empresa.

 

Outro empresário investigado é Antônio Bocalão Neto, proprietário do jornal Gazeta do Interior.

 

Eles são suspeitos de fraudes em licitações, corrupção e peculato. A reportagem tenta falar com a defesa dos envolvidos.

 

Os policiais ainda cumprem mandados de busca e apreensão na Prefeitura de Sorocaba, onde as secretarias de Licitações e Contratos e Comunicação e Eventos foram lacradas, e também buscam documentos na Secretaria de Cultura.

 

Além de agentes da Polícia Civil, a operação conta com promotores do Gaeco e representantes do Tribunal de Contas do Estado.

 

Internautas registraram a intensa movimentação na frente do 3º Distrito Policial, ainda de madrugada, em avenidas da cidade no começo da manhã e também no Paço Municipal.

 

Servidores desligados

 

Policiais pediram o desligamento dos servidores de internet da prefeitura para evitar que os dados sejam acessados - e apagados - por computadores fora da prefeitura.

 

A medida foi tomada depois que os agentes constataram tentativas de mudanças da senha no sistema municipal.

 

Como consequência, diversos serviços online oferecidos à população estão fora do ar.

Análise da página "operacccacas"   

Avaliação: 7 de 10 | Comentários: 12 | Número de avaliações: 23
 
 
 

 
Contato
 
  (48) 98836-3254
  (48) 3364-8666
  (48) 3028-9667
Av. Pref. Osmar Cunha, 416, Sala 11.05, Centro, Florianópolis/SC, CEP 88015-100
Encontre-nos
 
ACidade ONMilene Moreto O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada A Prefeitura de Campinas autorizou na sexta-feira (21) a abertura do processo de licitação da Parceria Público Privada do Lixo. Agora, a Secretaria de Administração deve preparar a concorrência e disponibilizá-la para as empresas interessadas em assumir a gestão de resíduos sólidos na cidade. O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada. O processo ficará 45 dias disponível para consultas. Esse é o prazo para o recebimento das propostas. A abertura dos envelopes só é autorizada após esse período. A PPP do Lixo é um dos maiores contratos da Administração, orçado em R$ 800 milhões. Passou por consulta pública e, segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, as mudanças sugeridas pela população não afetaram o projeto base. "Nós tivemos muitas sugestões e várias foram incorporadas ao nosso projeto, como a maximização da reciclagem. Nenhuma delas, no entanto, alterou a ideia do governo que é a de criar usinas, fazer uma gestão inteligente do lixo e com redução do impacto no meio ambiente", disse.  Sobre o edital, Paulella afirmou que que o processo está em fase avançada e acredita que, no máximo em um mês, já esteja disponível. "Durante toda a discussão da PPP o edital já estava em preparação. Precisamos agora apenas dos ajustes finais. Se tudo correr bem, nossa estimativa é de encerrar a licitação até o final do ano", disse o secretário. TRÊS USINAS A nova gestão do lixo planejada pela Prefeitura inclui a construção de três usinas: compostagem de lixo orgânico, reciclagem e transformação de rejeitos (carvão), que leva o nome de CDR. A receita da venda do material reciclado, composto e carvão é dividida com a Prefeitura. Cada um - empresa e Prefeitura - fica com 50%. O carvão, por exemplo, é utilizado em metalúrgicas e usinas de cimento, um mercado que está em crescimento em todo o mundo.  Todo o lixo passará por tratamento. Aquele que não puder ser aproveitado em nenhuma das usinas será descartado pela empresa. Mas a quantidade é pequena. Segundo Paulella, menos de 5%. Também é responsabilidade da concessionária que vencer a licitação realizar esse descarte em local adequado. O prazo para a vencedora da concessão construir as usinas é de cinco anos. Os serviços de varrição, cata-treco, coleta seletiva e ecopontos são assumidos imediatamente, mas a empresa só recebe pelo serviços prestados. Quanto mais ela demorar para construir as usinas, menos conseguirá gerar de receita.
 
Home   •   Topo   •   Sitemap
© Todos os direitos reservados.
 
Principal   Equipe   Missão e Valores   Imprensa