01/04/2019 - Palestras sobre licitações para micro e pequenas empresas ocorrem nesta quarta em Florianópolis
Notícia de licitação
 

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Redação Hora

 

Evento será na sede do Sebrae a partir das 18h30min; inscrições gratuitas já estão abertas

 

O Observatório Social de Florianópolis (OSF) promove nesta quarta-feira (3) um evento sobre licitações públicas direcionas as empresas de micro e pequeno porte. A intenção é estimular a participação dos pequenos empresários em processos públicas, o que gera mais oportunidades de crescimento para as organizações, amplia o número de concorrentes e diminuir as chances de fraudes.

 

O evento ocorre na sede do Sebrae, na Avenida Rio Branco, 611, Centro de Florianópolis, a partir das 18h30min. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no site do Observatório Social. No dia do evento, a organização pede que os participantes levem um quilo de alimento não perecível para doação ao asilo Irmão Joaquim.

 

A programação terá três palestras com informações sobre os diferentes processos de licitação, questões práticas sobre os requisitos de habilitação e os benefícios destinados às microempresas e empresas de pequeno porte encontrados na Lei Complementar 123/2006.

 

— Os pequenos empresários são fundamentais para fomentar o desenvolvimento do país e do nosso estado, mas é muito comum que eles deixem de participar de licitações devido a burocracia — diz Mariana Pegoraro, diretora das Incentivos às Micro e Pequenas Empresas nas Licitações do OSF.

 

Programação

 

- 18h30min às 19h: credenciamento com welcome coffee

 

- 19h às 20h: palestra “Compras governamentais: uma oportunidade de negócio”, com a palestrante Carla Giani

 

- 20h às 21h: palestra “Os principais benefícios destinados às micro e pequenas empresas nas contratações públicas”, com Marina Ferraz de Miranda

 

- 21h às 22h: palestra “Os maiores problemas na habilitação das empresas”, com Felipe Boselli

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ACidade ONMilene Moreto O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada A Prefeitura de Campinas autorizou na sexta-feira (21) a abertura do processo de licitação da Parceria Público Privada do Lixo. Agora, a Secretaria de Administração deve preparar a concorrência e disponibilizá-la para as empresas interessadas em assumir a gestão de resíduos sólidos na cidade. O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada. O processo ficará 45 dias disponível para consultas. Esse é o prazo para o recebimento das propostas. A abertura dos envelopes só é autorizada após esse período. A PPP do Lixo é um dos maiores contratos da Administração, orçado em R$ 800 milhões. Passou por consulta pública e, segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, as mudanças sugeridas pela população não afetaram o projeto base. "Nós tivemos muitas sugestões e várias foram incorporadas ao nosso projeto, como a maximização da reciclagem. Nenhuma delas, no entanto, alterou a ideia do governo que é a de criar usinas, fazer uma gestão inteligente do lixo e com redução do impacto no meio ambiente", disse.  Sobre o edital, Paulella afirmou que que o processo está em fase avançada e acredita que, no máximo em um mês, já esteja disponível. "Durante toda a discussão da PPP o edital já estava em preparação. Precisamos agora apenas dos ajustes finais. Se tudo correr bem, nossa estimativa é de encerrar a licitação até o final do ano", disse o secretário. TRÊS USINAS A nova gestão do lixo planejada pela Prefeitura inclui a construção de três usinas: compostagem de lixo orgânico, reciclagem e transformação de rejeitos (carvão), que leva o nome de CDR. A receita da venda do material reciclado, composto e carvão é dividida com a Prefeitura. Cada um - empresa e Prefeitura - fica com 50%. O carvão, por exemplo, é utilizado em metalúrgicas e usinas de cimento, um mercado que está em crescimento em todo o mundo.  Todo o lixo passará por tratamento. Aquele que não puder ser aproveitado em nenhuma das usinas será descartado pela empresa. Mas a quantidade é pequena. Segundo Paulella, menos de 5%. Também é responsabilidade da concessionária que vencer a licitação realizar esse descarte em local adequado. O prazo para a vencedora da concessão construir as usinas é de cinco anos. Os serviços de varrição, cata-treco, coleta seletiva e ecopontos são assumidos imediatamente, mas a empresa só recebe pelo serviços prestados. Quanto mais ela demorar para construir as usinas, menos conseguirá gerar de receita.
 
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