26/11/2020 - PF faz operação contra fraudes em licitações de combustível na prefeitura de Ladário
Notícia de licitação
 

O Pantaneiro

 

Aproximadamente 55 policiais federais cumprem 12 mandados de busca e apreensão

 

A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (26) a Operação Posto Exclusivo, com o objetivo de combater a prática de crimes de corrupção envolvendo licitações na Prefeitura do Município de Ladário, no estado do Mato Grosso do Sul. 

 

Aproximadamente 55 policiais federais cumprem 12 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Vara Federal de Corumb, nas cidades de Ladário, Corumbá e Rio de Janeiro/RJ. 

 

A investigação tiveraqm início após denúncia que indicava haver conluio de um empresário do ramo de combustíveis com servidores municipais. Os investigados poderão responder pelos crimes de corrupção passiva e ativa, por crimes previstos na Lei de Licitações e Contratos e por organização criminosa, prevista na Lei nº 12.850/2013, conforme aprofundamento dos trabalhos.

 

O nome da operação faz referência ao fato da empresa investigada ser a única fornecedora de combustível à Prefeitura de Ladário, vencendo sucessivas licitações com suspeitas de fraudes. 

 

Em razão da situação de pandemia da COVID-19, a Polícia Federal planejou uma logística especial de prevenção ao contágio, com distribuição de EPIs a todos os envolvidos na deflagração, a fim de preservar a saúde dos policiais, testemunhas, investigados e seus familiares.

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ACidade ONMilene Moreto O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada A Prefeitura de Campinas autorizou na sexta-feira (21) a abertura do processo de licitação da Parceria Público Privada do Lixo. Agora, a Secretaria de Administração deve preparar a concorrência e disponibilizá-la para as empresas interessadas em assumir a gestão de resíduos sólidos na cidade. O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada. O processo ficará 45 dias disponível para consultas. Esse é o prazo para o recebimento das propostas. A abertura dos envelopes só é autorizada após esse período. A PPP do Lixo é um dos maiores contratos da Administração, orçado em R$ 800 milhões. Passou por consulta pública e, segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, as mudanças sugeridas pela população não afetaram o projeto base. "Nós tivemos muitas sugestões e várias foram incorporadas ao nosso projeto, como a maximização da reciclagem. Nenhuma delas, no entanto, alterou a ideia do governo que é a de criar usinas, fazer uma gestão inteligente do lixo e com redução do impacto no meio ambiente", disse.  Sobre o edital, Paulella afirmou que que o processo está em fase avançada e acredita que, no máximo em um mês, já esteja disponível. "Durante toda a discussão da PPP o edital já estava em preparação. Precisamos agora apenas dos ajustes finais. Se tudo correr bem, nossa estimativa é de encerrar a licitação até o final do ano", disse o secretário. TRÊS USINAS A nova gestão do lixo planejada pela Prefeitura inclui a construção de três usinas: compostagem de lixo orgânico, reciclagem e transformação de rejeitos (carvão), que leva o nome de CDR. A receita da venda do material reciclado, composto e carvão é dividida com a Prefeitura. Cada um - empresa e Prefeitura - fica com 50%. O carvão, por exemplo, é utilizado em metalúrgicas e usinas de cimento, um mercado que está em crescimento em todo o mundo.  Todo o lixo passará por tratamento. Aquele que não puder ser aproveitado em nenhuma das usinas será descartado pela empresa. Mas a quantidade é pequena. Segundo Paulella, menos de 5%. Também é responsabilidade da concessionária que vencer a licitação realizar esse descarte em local adequado. O prazo para a vencedora da concessão construir as usinas é de cinco anos. Os serviços de varrição, cata-treco, coleta seletiva e ecopontos são assumidos imediatamente, mas a empresa só recebe pelo serviços prestados. Quanto mais ela demorar para construir as usinas, menos conseguirá gerar de receita.
 
 
 
 
 
 
 
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