14/10/2020 - Polícia faz operação contra fraudes em contratos de fornecimento de alimentação em presídios do Rio
Notícia de licitação
 

Diário do Rio
Altair Alves

 

Operação visa cumprir r três mandados de prisão, um deles contra o subsecretário de Administração Penitenciária Rafael Rodrigues de Andrade, suspeito de participar de um esquema de manipulação de seleção de empresas para favorecer um cartel

 

Polícia cumpre mandados de busca e apreensão em São Paulo — Foto: Divulgação

 

A Polícia Civil de São Paulo e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) cumprem nesta quarta-feira (14/10) 3 mandados de prisão e 71 busca e apreensão em investigação que apura fraudes em contratos de fornecimento de alimentação em presídios do Rio de Janeiro.

 

De acordo com investigação do MPRJ, o grupo oferecia vantagens indevidas e firmava acordos eliminando a concorrência. Eles são suspeitos, entre outros crimes, de peculato, corrupção ativa e passiva, falsidade documental, cartel e organização criminosa. Até a última atualização desta reportagem, uma pessoa havia sido presa

 

O subsecretário de Administração Penitenciária, Rafael Rodrigues de Andrade, é 1 dos alvos de uma operação.

 

Os mandados foram expedidos pela 2ª Vara Criminal de Bangu e estão sendo cumpridos nos estados do Rio, São Paulo e Espírito Santo.

 

A operação, batizada de Hiperfagia, apura crimes de formação de cartel, peculato e corrupção em contratos de licitação para alimentação nos presídios do Rio de Janeiro.

 

As investigações apontam 1 complexo sistema de desvio de dinheiro público entre empresários e agentes públicos da Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (Seap) que gere as cadeias do RJ.

 

A força-tarefa afirma que contratações emergenciais para a alimentação de detentos eram direcionadas para o mesmo grupo econômico.

 

“Fraudaram a execução dos serviços de nutrição prestados à Administração Pública (…), dando causa a pagamentos realizados sem a correspondente e proporcional contraprestação e permitindo que as contratadas auferissem ganhos muito superiores ao custo real do fornecimento de desjejum, lanches e refeições“, diz a investigação.

 

“Enquanto demonstravam tolerância com as sociedades que compõem o cartel formado pelos empresários denunciados, atuavam com rigidez em relação a outras empresas, chegando a desclassificá-las”, escreveram os promotores.

 

O cartel, sustenta o MPRJ, “valeu-se de práticas como a utilização de preços inexequíveis e a formação de estruturas e redes de distribuição empresariais próprias”.

Análise da página "pollllliiiiiciiiifaz"   

Avaliação: 5 de 10 | Comentários: 20 | Número de avaliações: 39
 
 
 

 
Contato
 
  (48) 98836-3254
  (48) 3364-8666
  (48) 3028-9667
Av. Pref. Osmar Cunha, 416, Sala 11.05, Centro, Florianópolis/SC, CEP 88015-100
Encontre-nos
 
ACidade ONMilene Moreto O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada A Prefeitura de Campinas autorizou na sexta-feira (21) a abertura do processo de licitação da Parceria Público Privada do Lixo. Agora, a Secretaria de Administração deve preparar a concorrência e disponibilizá-la para as empresas interessadas em assumir a gestão de resíduos sólidos na cidade. O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada. O processo ficará 45 dias disponível para consultas. Esse é o prazo para o recebimento das propostas. A abertura dos envelopes só é autorizada após esse período. A PPP do Lixo é um dos maiores contratos da Administração, orçado em R$ 800 milhões. Passou por consulta pública e, segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, as mudanças sugeridas pela população não afetaram o projeto base. "Nós tivemos muitas sugestões e várias foram incorporadas ao nosso projeto, como a maximização da reciclagem. Nenhuma delas, no entanto, alterou a ideia do governo que é a de criar usinas, fazer uma gestão inteligente do lixo e com redução do impacto no meio ambiente", disse.  Sobre o edital, Paulella afirmou que que o processo está em fase avançada e acredita que, no máximo em um mês, já esteja disponível. "Durante toda a discussão da PPP o edital já estava em preparação. Precisamos agora apenas dos ajustes finais. Se tudo correr bem, nossa estimativa é de encerrar a licitação até o final do ano", disse o secretário. TRÊS USINAS A nova gestão do lixo planejada pela Prefeitura inclui a construção de três usinas: compostagem de lixo orgânico, reciclagem e transformação de rejeitos (carvão), que leva o nome de CDR. A receita da venda do material reciclado, composto e carvão é dividida com a Prefeitura. Cada um - empresa e Prefeitura - fica com 50%. O carvão, por exemplo, é utilizado em metalúrgicas e usinas de cimento, um mercado que está em crescimento em todo o mundo.  Todo o lixo passará por tratamento. Aquele que não puder ser aproveitado em nenhuma das usinas será descartado pela empresa. Mas a quantidade é pequena. Segundo Paulella, menos de 5%. Também é responsabilidade da concessionária que vencer a licitação realizar esse descarte em local adequado. O prazo para a vencedora da concessão construir as usinas é de cinco anos. Os serviços de varrição, cata-treco, coleta seletiva e ecopontos são assumidos imediatamente, mas a empresa só recebe pelo serviços prestados. Quanto mais ela demorar para construir as usinas, menos conseguirá gerar de receita.
 
Home   •   Topo   •   Sitemap
© Todos os direitos reservados.
 
Principal   Equipe   Missão e Valores   Imprensa