04/07/2019 - Polícia faz buscas em órgãos públicos do Tocantins em nova fase da operação Ong's de Papel
Notícia de licitação
 

AF Notícias

 

Nesta etapa, foi cumprido mandado de busca e apreensão em dois órgãos.

 

A Polícia Civil deflagrou mais uma fase da Operação Ong's de Papel na tarde desta quarta-feira (03). Nesta etapa, foi cumprido mandado de busca e apreensão em dois órgãos da administração pública direta e indireta do Tocantins.

 

A suspeita da Polícia Civil é que institutos do terceiro setor e empresas supostamente existentes apenas "no papel" estariam envolvidos em esquemas de desvios de verbas públicas oriundas de emendas parlamentares dos deputados estaduais.

 

Os fatos investigados podem materializar, em tese, crimes contra a Lei de Licitações, organização criminosa, lavagem de dinheiro e peculato.

 

A operação teve início nesta segunda-feira, 1º de julho, e mirou o Instituto Prosperar (IPROS), com sede em Araguaína, norte do Tocantins. A ONG teria recebido R$ 15 milhões em convênios com o governo do Estado nos últimos três anos.

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ACidade ONMilene Moreto O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada A Prefeitura de Campinas autorizou na sexta-feira (21) a abertura do processo de licitação da Parceria Público Privada do Lixo. Agora, a Secretaria de Administração deve preparar a concorrência e disponibilizá-la para as empresas interessadas em assumir a gestão de resíduos sólidos na cidade. O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada. O processo ficará 45 dias disponível para consultas. Esse é o prazo para o recebimento das propostas. A abertura dos envelopes só é autorizada após esse período. A PPP do Lixo é um dos maiores contratos da Administração, orçado em R$ 800 milhões. Passou por consulta pública e, segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, as mudanças sugeridas pela população não afetaram o projeto base. "Nós tivemos muitas sugestões e várias foram incorporadas ao nosso projeto, como a maximização da reciclagem. Nenhuma delas, no entanto, alterou a ideia do governo que é a de criar usinas, fazer uma gestão inteligente do lixo e com redução do impacto no meio ambiente", disse.  Sobre o edital, Paulella afirmou que que o processo está em fase avançada e acredita que, no máximo em um mês, já esteja disponível. "Durante toda a discussão da PPP o edital já estava em preparação. Precisamos agora apenas dos ajustes finais. Se tudo correr bem, nossa estimativa é de encerrar a licitação até o final do ano", disse o secretário. TRÊS USINAS A nova gestão do lixo planejada pela Prefeitura inclui a construção de três usinas: compostagem de lixo orgânico, reciclagem e transformação de rejeitos (carvão), que leva o nome de CDR. A receita da venda do material reciclado, composto e carvão é dividida com a Prefeitura. Cada um - empresa e Prefeitura - fica com 50%. O carvão, por exemplo, é utilizado em metalúrgicas e usinas de cimento, um mercado que está em crescimento em todo o mundo.  Todo o lixo passará por tratamento. Aquele que não puder ser aproveitado em nenhuma das usinas será descartado pela empresa. Mas a quantidade é pequena. Segundo Paulella, menos de 5%. Também é responsabilidade da concessionária que vencer a licitação realizar esse descarte em local adequado. O prazo para a vencedora da concessão construir as usinas é de cinco anos. Os serviços de varrição, cata-treco, coleta seletiva e ecopontos são assumidos imediatamente, mas a empresa só recebe pelo serviços prestados. Quanto mais ela demorar para construir as usinas, menos conseguirá gerar de receita.
 
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