22/09/2019 - Prefeitura faz terceiro contrato emergencial com a Sancetur
Notícia de licitação
 

Liberal

 

Empresa assumiu emergencialmente o transporte coletivo na cidade no ano passado, substituindo a Viação Princesa Tecelã

 

O novo contrato foi publicado na edição de ontem do Diário Oficial e é válido por 180 dias

 

A Prefeitura de Americana publicou ontem uma nova contratação emergencial da Sancetur para operar o transporte público da cidade, válida por até 180 dias. Este é o terceiro contrato firmado com a empresa nessa modalidade, com dispensa de licitação. O novo contrato foi publicado na edição de ontem do Diário Oficial. O anterior tinha validade até sexta-feira.

 

A prefeitura abriu este mês a licitação do transporte público e o prazo para entrega de propostas é 15 de outubro.

 

A Sancetur assumiu emergencialmente o transporte coletivo na cidade no ano passado, substituindo a VPT (Viação Princesa Tecelã).

 

Durante a vigência do segundo contrato emergencial, a prefeitura reajustou, em maio, a tarifa de R$ 4 para R$ 4,40. Contudo, o aumento foi derrubado por decreto pela câmara.

 

O prefeito Omar Najar (MDB) ingressou então com uma ação na Justiça questionando a decisão dos vereadores, conseguiu uma liminar para manter o preço a R$ 4,40, mas sofreu uma derrota no TJ (Tribunal de Justiça) na semana passada, que determinou que a tarifa volte a R$ 4.

 

ESCOLAR. A prefeitura suspendeu ontem o edital de licitação para contratar empresa para atuar no transporte escolar municipal.

 

Na publicação do Diário Oficial, consta que o processo foi suspenso para readequação do edital. A reportagem procurou a prefeitura para levantar mais informações sobre o motivo da suspensão, mas não houve resposta.

 

O serviço atualmente é prestado também pela Sancetur, com contrato vigente até outubro e custo anual de R$ 10 milhões.

 

MARINA ZANAKI

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ACidade ONMilene Moreto O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada A Prefeitura de Campinas autorizou na sexta-feira (21) a abertura do processo de licitação da Parceria Público Privada do Lixo. Agora, a Secretaria de Administração deve preparar a concorrência e disponibilizá-la para as empresas interessadas em assumir a gestão de resíduos sólidos na cidade. O Executivo estima que até o final do ano a licitação seja encerrada. O processo ficará 45 dias disponível para consultas. Esse é o prazo para o recebimento das propostas. A abertura dos envelopes só é autorizada após esse período. A PPP do Lixo é um dos maiores contratos da Administração, orçado em R$ 800 milhões. Passou por consulta pública e, segundo o secretário de Serviços Públicos, Ernesto Paulella, as mudanças sugeridas pela população não afetaram o projeto base. "Nós tivemos muitas sugestões e várias foram incorporadas ao nosso projeto, como a maximização da reciclagem. Nenhuma delas, no entanto, alterou a ideia do governo que é a de criar usinas, fazer uma gestão inteligente do lixo e com redução do impacto no meio ambiente", disse.  Sobre o edital, Paulella afirmou que que o processo está em fase avançada e acredita que, no máximo em um mês, já esteja disponível. "Durante toda a discussão da PPP o edital já estava em preparação. Precisamos agora apenas dos ajustes finais. Se tudo correr bem, nossa estimativa é de encerrar a licitação até o final do ano", disse o secretário. TRÊS USINAS A nova gestão do lixo planejada pela Prefeitura inclui a construção de três usinas: compostagem de lixo orgânico, reciclagem e transformação de rejeitos (carvão), que leva o nome de CDR. A receita da venda do material reciclado, composto e carvão é dividida com a Prefeitura. Cada um - empresa e Prefeitura - fica com 50%. O carvão, por exemplo, é utilizado em metalúrgicas e usinas de cimento, um mercado que está em crescimento em todo o mundo.  Todo o lixo passará por tratamento. Aquele que não puder ser aproveitado em nenhuma das usinas será descartado pela empresa. Mas a quantidade é pequena. Segundo Paulella, menos de 5%. Também é responsabilidade da concessionária que vencer a licitação realizar esse descarte em local adequado. O prazo para a vencedora da concessão construir as usinas é de cinco anos. Os serviços de varrição, cata-treco, coleta seletiva e ecopontos são assumidos imediatamente, mas a empresa só recebe pelo serviços prestados. Quanto mais ela demorar para construir as usinas, menos conseguirá gerar de receita.
 
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